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O grupo dito de situação, atendendo a uma convocação do
Ex-Prefeito e Ex-Presidente do Idam Edimar Vizolli reuniu-se nesta
quita-feira, 22 de maio para discutir o pleito de 2008. Na oportunidade,
Vizolli finalmente se declarou candidato a prefeito pelo seu partido, o
PMDB. Ele ressaltou que a decisão em torno de sua candidatura seria em
decorrência de uma vontade do governador do Estado, o Peemedebista
Eduardo Braga, de quem o ex-prefeito é aliado político e desfruta de boa
relação.
Vizolli que vinha sendo sondado desde que retornou de Manaus, sempre
negou as pretensões de disputar as eleições municipais. Ele justificava
que o abandono do governo Eduardo Braga havia sido por problemas
familiares e que pretendia dar um encaminhamento na vida dos sobrinhos
órfãos pelos quais se sente responsável. Mas Vizolli ainda pretendia
retornar ao governo nos dois últimos anos do mandato de Braga.
Embora todos já esperassem pelo anúncio, a declaração de Edimar Vizolli
como pretenso candidato foi encarada pelos principais partidos aliados
como um fato novo nas discussões a cerca da sucessão do atual mandato de
Antônio Roque Longo.
Os partidos políticos que se fizeram presente pediram um tempo para
discutir internamente a possibilidade de apoio à candidatura de Vizolli.
Na prática, a postura dos partidos que não acataram de imediato a
proposta, é um indicativo de que ainda restam algumas arestas a serem
aparadas. As principais são quanto à participação no governo de
coalizão, inclusive com a indicação do vice na chapa.
A indefinição dos presidentes de partidos que alegaram necessidade de
consultar as bases antes de formalizar o apoio irritou alguns eleitores
presentes que alegavam não haver outro nome capaz de encarar a disputa
pela prefeitura municipal. "Vamos parar com isso. Quem aqui não
vota no vizolli?" Perguntou um eleitor após um questionamento
sobre a possibilidade de indicação de um outro nome para a disputa.
Vizolli ainda se disse disposto a dialogar com partidos para
composição da chapa, inclusive partidos de osposição, mas afirmou que não aceitará nenhuma proposta inviável
que comprometa a administração. “Nós vamos tentar construir o
máximo de acordos possíveis, mas aqueles já estão definidos nós temos
que respeitar. Respeitar e ir para a decisão do Povo. Se for pra
sacrificar um mandato eu prefiro perder as eleições”. Ressaltou
o pré-candidato.
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